Autismo: Diagnóstico Rápido é a Melhor Arma

Autismo

A palavra autismo é recente. Foi apenas em 1911 que o psiquiatra Eugene Bleuler criou o termo “autismo” para nomear quadros de doenças que causavam o fechamento para a realidade, o qual é um sintoma bem comum e típico da esquizofrenia.

Porém, hoje já é de conhecimento da ciência e do setor da saúde que a chamada fuga da realidade já pode ser encontrada em diversos quadros da neurologia e da psiquiatria. Entre as doenças que também apresentam essa fuga, temos: a demência, as graves lesões cerebrais e os quadros de psicose depressiva severa.

Sendo assim, hoje o termo autismo passou a ser mais freqüente no linguajar de pessoas leigas ao assunto. Geralmente, a palavra acaba sendo utilizada para descrever qualquer doença que acabe comprometendo o desenvolvimento das crianças como um todo e que, por consequência, acarretara na fuga da realidade.

Mas isso não condiz em sua totalidade com a verdade. Muitas crianças, que são autistas possuem muitas habilidades. Muitas delas são desenvolvidas intelectualmente e têm o recuso da fala preservado.

É claro que algumas delas apresentam problemas mais sérios, não desenvolvendo a linguagem, parecendo fechados e distantes, presos a automatismos, a comportamentos rígidos e a padrões repetitivos.

É por isso que o tratamento contra o autismo torna-se bem mais eficiente quando ele é feito de forme precoce. Por isso a família deve ficar atenta para identificar os sintomas da doença e encaminha a criança ao medico logo cedo. Já há países que os pediatras recebem um treinamento específico sobre o tema para diagnosticá-lo mais rápido.

Segundo estimativas, o autismo, tecnicamente chamado de transtorno global do desenvolvimento, pode se apresentar em uma a cada 166 pessoas. Fica então o alerta para todos os leitores!